terça-feira, 18 de setembro de 2018

terça-feira, 4 de julho de 2017

Fisiculturista morre em hospital de MS após passar mal em casa

Francislaine Aretusa de Souza foi encontrada desacordada. Família aguarda o resultado da necropsia para entender causa da morte.




Fisiculturista Francislaine Aretusa de Souza (Foto: Reprodução/ Facebook)

fisiculturista Francislaine Aretusa de Souza, de 40 anos, morreu na tarde de domingo (28/05) na Santa Casa de Campo Grande (MS) após depois de passar mal em casa.

O corpo foi levado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) e deve ser liberado no início da tarde desta segunda-feira (29/05). A família aguarda o resultado da necropsia para saber a causa da morte.

Além de fisiculturista, Franscilaine era fisioterapeuta e educadora física. O irmão dela, Jeferson Fabrício de Souza, contou ao G1 que na tarde de domingo a irmã passeou com o filho e voltou para casa sem se queixar de nenhum problema de saúde.

Pouco tempo depois de chegar em casa, Franscilaine foi encontrada pela mãe dela no quarto, já desacordada. A família ficou desesperada, não quis esperar pelo Corpo de Bombeiros e seguiu em um carro para a Santa Casa.

Souza afirmou que a irmã fazia autoaplicação de carboxiterapia, tratamento que melhora a oxigenação da pele e estimula a produção de colágeno e elastina, por meio de injeção subcutânea de gás carbônico sob a pele. Ele desconfia que o tratamento pode ter alguma relação com a morte.

“Minha mãe está muito mal, está arrasada, todos nós estamos. Estamos esperando o resultado do exame, da perícia, para saber o que aconteceu, se a morte tem alguma ligação com o carboxi. Ela não tinha problemas de saúde, não usava substâncias proibidas”, desabafa Souza.

De acordo com os parentes, Francislaine chegou ao hospital com parada cardiorespiratória e sem pulso. Foram feitas manobras de ressuscitação por aproximadamente 30 minutos e foi feito o uso de adrenalina, mas ela não resistiu.
O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro como morte a esclarecer.


Postado por: Giovana M. de Araújo

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Wanderléia Dias, de Aquidauana, é exemplo de luta e superação ao lúpus

Paulo Nonato de Souza
Mosaico mostra Wanderléia Dias Gonçalves em tratamento; ela teve diagnóstico de lúpus em 2005 (Foto: Facebook/Arquivo pessoal)Mosaico mostra Wanderléia Dias Gonçalves em tratamento; ela teve diagnóstico de lúpus em 2005 (Foto: Facebook/Arquivo pessoal)
O Dia Internacional de Prevenção ao Lúpus, celebrado nesta quarta-feira, 10, para conscientização e esclarecimentos da população sobre cuidados necessários e combate ao preconceito, traz histórias de dificuldades, sofrimento e superação.
Resultado de um desequilíbrio no sistema imunológico, o lúpus além de autoimune e crônica, pode ser fatal se não for tratado de forma precoce. Na doença, nossa defesa imunológica se vira contra os tecidos do próprio organismo, como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro.
Em Mato Grosso do Sul, uma história que chama a atenção é a da servidora da Prefeitura de Aquidauana, Wanderléia José Dias Carvalho, de 39 anos. Ela teve o diagnóstico positivo para o Lúpus em março de 2005, depois de uma gravidez complicada e um parto prematuro.
Desde então, nos últimos 12 anos, ela tem convivido com o Lúpus e já passou por uma série de tratamentos com momentos de muita dor e sofrimento, idas e vindas a clinicas e consultórios, internações, exames e prescrição de medicamentos de uso continuo.
Mesmo assim, lutando pela vida, Wanderléia Dias conseguiu se formar como Bacharel em Administração de Empresas e ainda fazer vários cursos e treinamentos de qualificação profissional. Ela é uma lição de quem não desiste da vida. É casada, tem quatro filhos e uma neta.
Wanderléia tem sido uma guerreira. Mesmo com a doença, ela conseguiu se formar em Administração e quer cursar Direito (Foto: Arquivo pessoal)Wanderléia tem sido uma guerreira. Mesmo com a doença, ela conseguiu se formar em Administração e quer cursar Direito (Foto: Arquivo pessoal)
Em 2015, Wanderléia conseguiu vaga no curso de Direito, só fez o primeiro semestre, mas não se dá por vencida e seu desejo é voltar a estudar, mesmo que entre internações e infusões.
“O Lúpus não é uma doença contagiosa, infecciosa ou maligna, mas provoca dores muito fortes. Começou com dores nos joelhos, que depois chegaram ao ombro, atacando as mãos. A primeira opção de tratamento foi de reumatismo”, conta Wanderléia.
Por meio do seu perfil nas redes sociais, Wanderléia mantém contato com vários pacientes com Lúpus para trocar informações, discutir o uso de remédios e tipos de tratamento e até as dificuldades do dia a dia. Em postagem recente ela escreveu: Ter Lúpus é conviver com a dor, às vezes forte, às vezes moderada e às vezes quase nada. Atualmente, ela faz tratamento com terapia imunossupressora com infusão quinzenal.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Governos de MS e MT deverão unir forças contra degradação do Pantanal

Medidas têm objetivo de preservar o bioma e promover ações pela exploração sustentável da região.

Anahi Gurgel e Lucas Junot
Governador Reinaldo Azambuja participa de seminário sobre preservação e recuperação do Pantanal. (Foto: André Bittar)Governador Reinaldo Azambuja participa de seminário sobre preservação e recuperação do Pantanal. (Foto: André Bittar)
Os governos do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso deverão unir forças e assumir compromissos em prol da preservação e recuperação do Pantanal. A meta é elaborar políticas públicas e dispositivos legais para exploração econômica e sustentavel da região, diante do avançado estado de degradação de um dos mais importantes biomas mundiais.
A questão foi levantada durante o “1º Seminário Internacional Três Biomas - Pantanal, Okavango e Everglades: Desafios e Oportunidades”, realizado na tarde desta terça-feira (9), no plenário da Assembleia Legislativa, em Campo Grande. 
O evento reuniu pesquisadores de outros países que já realizaram métodos com bons resultados como em Everglades (Flórida/EUA) e Okavango (Botswana/África), e que poderiam ser aplicados no Pantanal, que possui total de 7,7 milhões de hectares.
Durante o encontro, foi apresentado estudo com um mapeamento do Pantanal, envolvendo territórios do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Nele, foi constatado que 84% da área estão preservados, mas que 15,7% já estão tomados por pastagens exóticas, ou seja, onde foi removida vegetação nativa e introduzidas espécies para o gado.
A pesquisa, desenvolvida por Eduardo Reis Rosa, da Sigga Consultoria Ambiental, revela números alarmantes nas regiões mais elevadas. No planalto pantaneiro, onde estão localizadas as nascentes que mantém os ciclos de cheias e vazantes, a degradação atinge 63% das áreas. Apenas 37% estão preservadas.
Plenário da Assembléia Legislativa durante evento que debateu a preservação do Pantanal, nesta tarde. (Foto: André Bittar)Plenário da Assembléia Legislativa durante evento que debateu a preservação do Pantanal, nesta tarde. (Foto: André Bittar)
Uma das preocupações dos especialistas é que a deterioração dessas áreas mais elevadas provoca o assoreamento de rios, em consequência do alto volume de sedimentos carreados para as localidades mais baixas. Um exemplo crítico é o Rio Taquari, praticamente condenado à extinção. 
O estudo concluiu que a “porta leste do Pantanal” concentra o mais avançado estado de degradação da vegetação. A análise vem sendo feita desde 2002, sendo que a partir de 2012, os números indicam acelerado processo de desmatamento: a média anual, é de 1.106 quilômetros quadrados de vegetação destruída.
“Esse é um alerta para a sociedade. A vegetação está sendo convertida para pastagem e os sedimentos do planalto ameaçam a planície pantaneira com o assoreamento. A recuperação do cerrado é prioritária”, disse Eduardo Reis.
“Não podemos discutir o Pantanal em Mato Grosso do Sul separadamente do Mato Grosso. O bioma é um só e é por isso que temos que sentar todos à mesma mesa”, disse o governador sul-mato-grossense, Reinaldo Azambuja (PSDB). O comprometimento dos governos estaduais pela preservação ambiental está prevista no Código Brasileiro Florestal
Ele ressaltou que a Assembleia Legislativa já está discutindo uma nova legislação da pesca, que corrobora com a preservação do bioma. “Temos que explorar com sustentabilidade, discutindo por exemplo a pesca esportiva, de subsistência e o potencial turístico que temos aqui”.
“Existe um ditado de quer toda escolha é uma renúncia. Não precisa ser assim com o Pantanal. Infelizmente, quando se fala em preservação de bioma brasileiro, só se discute Amazônia. Mas vale ressaltar que o Pantanal é fundamental para o planeta", afirmou Roberto Klabin, diretor da SOS Pantanal.
O seminário contou com a presença de Pierre Cyril Renauld, da Universidade de Angers, da França, Cristopher Roche, da empresa de Turismo da Africa do Sul, Wildernes Safaris, e representantres de órgãos públicos, instituições, associações e pesquisadores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Campo Grande é a 7ª melhor capital do Brasil para se viver, diz pesquisa

Cidade morena tem o 4º melhor índice em segurança e mostrou evolução em vários setores ao longo de uma década

Anahi GurgelTarde de domingo no Parque das Nações Indígenas; infraestrutura urbana é um dos destaques de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)Tarde de domingo no Parque das Nações Indígenas; infraestrutura urbana é um dos destaques de Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)
Campo Grande é a 7ª melhor capital do País para morar, por oferecer serviços de qualidade nas áreas de saúde, saneamento básico, sustentabilidade, educação, cultura e, principalmente segurança, ficando entre as 4 melhores nessa categoria. 
É o que mostra o estudo Desafios da Gestão Municipal, divulgado pela consultoria Macroplan no fiz de de abril. A capital sul-mato-grossense só fica atrás de Curitiba, considerada a melhor para se morar atualmente, Florianópolis, Vitória, Belo Horizonte, São Paulo e Palmas.
Ou seja, Campo Grande ficou à frente de capitais como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e Fortaleza. No ranking geral dos maiores municípios, ocupa a 34ª posição.
O levantamento avaliou entre 2005 e 2015 as 100 maiores cidades do país, com mais de 266 mil habitantes, que representam metade do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Para a análise, a consultoria usou como referência um índice que reúne 16 indicadores nas áreas de educação e cultura, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.
Varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1 melhor o desempenho do município. Em dez anos, Campo Grande passou da 44ª posição geral para 34ª, considerando o ranking das 100 maiores.  
Por categoria, a cidade morena figura entre as 4 melhores do país em segurança, a 9ª em educação e cultura, e conquistou a 6ª posição na categoria saúdeEm saneamento e sustentabilidade, Campo Grande também figura entre as dez melhores, na 8ª colocação do ranking. 
O estudo está na sua 2ª edição e permite que, a partir da análise comparada e temporal das maiores cidades brasileiras, identifique-se desafios, boas práticas e soluções para a superação dos entraves ao desenvolvimento dos municípios. 
Tem como fonte os dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Data SUS (Sistema Único de Saúde e SINS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento). 
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https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/campo-grande-e-a-7a-melhor-capital-do-brasil-para-se-viver-diz-pesquisa
postado por Blog do Paim @ 17:34

domingo, 7 de maio de 2017

Isabela Cavalcante de Aquidauana, é eleita a Miss Mato Grosso do Sul ‘Be emotion’ 2017

A representante de Aquidauana, Isabela Cavalcante, foi eleita Miss Mato Grosso do Sul ‘Be emotion’ 2017.  Em noite de muito glamour, a cerimônia foi realizada nesta sábado (06) em Costa Rica (MS) no Espaço Conviver – Centro de Convivência do Idoso – “Nosso Sonho”.
A coroa de Miss Mato Grosso do Sul, abre portas para a disputa do Miss Brasil ‘Be emotion’ 2017.
A vencedora concorreu com outras 19 candidatas dos municípios de Amambai, Aparecida do Taboado, Campo Grande, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Distrito de Alto Santana (Paranaíba), Distrito de São José do Aporé (Paranaíba), Dourados, Ivinhema, Jaraguari, Nova Andradina, Paranaíba, Santa Rita do Pardo, Serviria, Terrenos e Três Lagoas.
A Miss Brasil ‘Be emotion’ 2016, Raissa Santana e a Miss Mato Grosso do Sul 2016, Yara Volpe, marcaram presença no evento.

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https://news.google.com/news/url?sr=1&ct2=pt-BR_br%2F1_0_s_0_1_a&sa=t&usg=AFQjCNECleCJSxZip2curFG4MK8bAMtWng&cid=null&url=http%3A%2F%2Focorreionews.com.br%2Fportal%2F2017%2F05%2F07%2Fisabela-cavalcante-de-aquidauana-e-eleita-a-miss-mato-grosso-do-sul-be-emotion-2017%2F&ei=fK0PWaCVLcel3wGJ4IbgCQ&sig2=ZB_Km0Qgikyq4m4vtkeQpA&rt=SECTION&vm=STANDARD&bvm=section&did=6995899431951783753&sid=pt-BR_br%3Asfy&ssid=sfy&st=1&at=dt0&eid=%2Fm%2F027c2fs&ise=false&insrc=1

sábado, 6 de maio de 2017

Lista de municípios de Mato Grosso do Sul por população

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Relação de municípios de Mato Grosso do Sul por população, em ordem decrescente, baseada na estimativa do IBGE de 2016.[1] Todos os municípios deste estado tem acima de 3 mil habitantes.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_munic%C3%ADpios_de_Mato_Grosso_do_Sul_por_popula%C3%A7%C3%A3o