RÁDIO FM PAN DE AQUIDAUANA NO PAINEL DO PAIM
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
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http://www.ejornais.com.br/jornais_mato_grosso_sul.html
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
'É uma ousadia', diz secretário sobre uso do Facebook na prisão em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
O secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Wantuir Jacini, classificou o uso do Facebook por detentos em Campo Grande como uma ousadia. O órgão investiga o caso de dois presos que mantinham perfis na rede social por meio de celulares, que foram isolados após a descoberta da irregularidade. Para o secretário, essa atitude não ficará impune.
“É uma ousadia. Vamos investigar e descobrir como esses celulares entraram no presídio. Esse caso será apurado e os responsáveis serão punidos, não resta dúvida quanto a isso”, diz Jacini.
Burlando a segurança
O diretor da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), coronel Deusdete de Oliveira, afirma que a quantidade de presos que tem acesso a celulares e internet dentro de unidades prisionais é significativa. “Apenas em 2012 apreendemos 1,4 mil celulares em operações dentro dos estabelecimentos”, relata.
Quando é descoberta uma conta mantida por detentos, o procedimento padrão, segundo Oliveira, é o isolamento do usuário e o cancelamento da rede social. Para evitar casos semelhantes foi pedida a retirada de torres transmissoras de operadoras de celular que ficavam em frente ao presídio.
“Aquele local tinha um dos melhores sinais de Campo Grande. Com a retirada da torres vamos entrar em contato com as empresas de telefonia para saber que tipo de equipamento poderá ser colocado para que bloqueie apenas o sinal no complexo penitenciário”.
Além disso, segundo ele, serão feitas operações rotineiras nos presídios e uma fiscalização maior principalmente em cima das mulheres, muito utilizadas para entrar com celulares dentro dos presídios, na opinião do diretor.
Antecedentes
A Sejusp confirmou que os detentos Claresvaldo Lemes Ferreira e Carlos Alexandre Matias Alves usavam perfis no Facebook de dentro da prisão. Eles estão presos por tráfico de drogas e homicídio, respectivamente.
No histórico de postagem dos perfis dos presos é possível ver que as atualizações eram diárias. Em uma das mensagens, postada em 25 de outubro, Alves relata uma suposta festa que teria acontecido dentro da unidade com o consumo de bebidas. No dia 16 do mesmo mês ele compara sua estadia na prisão com férias.
Em junho de 2012 outro preso, da mesma unidade onde estão Ferreira e Alves, também foi flagrado usando a rede social. A rede social servia para manter contato com parentes e amigos e para postagem de fotos dele na prisão.
No dia 19 de julho foi descoberto um perfil do orkut que também era mantido por um detento, desta vez do Presídio de Segurança Média de Dois Irmãos do Buriti, a 113 km de Campo Grande. O preso atualizava a rede social com postagens de fotos dos colegas de cela. Em uma das imagens, o grupo, que cumpre pena em regime fechado, aparece fazendo um churrasco.
“É uma ousadia. Vamos investigar e descobrir como esses celulares entraram no presídio. Esse caso será apurado e os responsáveis serão punidos, não resta dúvida quanto a isso”, diz Jacini.
Burlando a segurança
O diretor da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), coronel Deusdete de Oliveira, afirma que a quantidade de presos que tem acesso a celulares e internet dentro de unidades prisionais é significativa. “Apenas em 2012 apreendemos 1,4 mil celulares em operações dentro dos estabelecimentos”, relata.
Quando é descoberta uma conta mantida por detentos, o procedimento padrão, segundo Oliveira, é o isolamento do usuário e o cancelamento da rede social. Para evitar casos semelhantes foi pedida a retirada de torres transmissoras de operadoras de celular que ficavam em frente ao presídio.
“Aquele local tinha um dos melhores sinais de Campo Grande. Com a retirada da torres vamos entrar em contato com as empresas de telefonia para saber que tipo de equipamento poderá ser colocado para que bloqueie apenas o sinal no complexo penitenciário”.
Além disso, segundo ele, serão feitas operações rotineiras nos presídios e uma fiscalização maior principalmente em cima das mulheres, muito utilizadas para entrar com celulares dentro dos presídios, na opinião do diretor.
Antecedentes
A Sejusp confirmou que os detentos Claresvaldo Lemes Ferreira e Carlos Alexandre Matias Alves usavam perfis no Facebook de dentro da prisão. Eles estão presos por tráfico de drogas e homicídio, respectivamente.
No histórico de postagem dos perfis dos presos é possível ver que as atualizações eram diárias. Em uma das mensagens, postada em 25 de outubro, Alves relata uma suposta festa que teria acontecido dentro da unidade com o consumo de bebidas. No dia 16 do mesmo mês ele compara sua estadia na prisão com férias.
Em junho de 2012 outro preso, da mesma unidade onde estão Ferreira e Alves, também foi flagrado usando a rede social. A rede social servia para manter contato com parentes e amigos e para postagem de fotos dele na prisão.
No dia 19 de julho foi descoberto um perfil do orkut que também era mantido por um detento, desta vez do Presídio de Segurança Média de Dois Irmãos do Buriti, a 113 km de Campo Grande. O preso atualizava a rede social com postagens de fotos dos colegas de cela. Em uma das imagens, o grupo, que cumpre pena em regime fechado, aparece fazendo um churrasco.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Turista de MS vítima de violência na BA diz que não vai mais viajar sozinha (Postado por Lucas Pinheiro)
Três dias depois de voltar para casa, a estudante Joevellyn Aghata, 18 anos, afirma que não quer voltar à Bahia, onde foi sozinha para encontrar uma amiga que havia conhecido pela internet, ficou desaparecida alguns dias e foi encontrada em um matagal com sinais de violência. Ela chegou a Campo Grande na última sexta-feira (2) após receber alta médica do hospital onde ficou internada em Salvador.
“A única amiga que eu achava que eu tinha lá só foi avisar minha mãe do meu desparecimento depois de dois dias. Nunca mais quero voltar para aquele lugar”, disse ao G1. Para ela, foi a primeira e última vez que viaja sozinha.
Joevellyn afirma que sente-se mais segura em sua cidade. “Aqui eu não tenho mais medo porque estou perto da minha família”, explica. Para ela, o apoio dos parentes foi muito importante na sua recuperação. “Tudo que eu precisava, eles corriam atrás para me ajudar”, diz.
Versão
Joevellyin contou o que aconteceu antes de ser dada como desaparecida. Ela admitiu que se desentendeu com a amiga e em seguida saiu sozinha, para um bar próximo à residência onde estava hospedada. "Conheci um cara e começamos a conversar numa boa. Quando saímos dali, ele me assaltou, me pegou pelo pescoço e disse que me levaria para algum lugar, para roubar todo meu dinheiro", disse. A jovem afirma ainda que, depois disso, não se lembra de mais nada. Em relação à amiga baiana, Joevellyn afirmou que não quer mais manter nenhum tipo de contato com ela, e que se sente magoada.
Futuro
A jovem conta que pretende retomar seus planos de vida, e quer ser aprovada no curso de Engenharia Civil na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Ela chegou a inscrever-se para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que aconteceram no último fim de semana, mas não chegou a fazer o exame. “Não tinha condições de fazer a prova, ainda estou com muitas dores no braço e dificuldade para andar”.
Investigação
A Polícia Civil da Bahia já identificou quatro homens suspeitos do espancamento de Joevellyn. Também foram colhidos depoimentos da tia, do irmão e dos pais da jovem agredida, e também dados no computador da sul-mato-grossense e da amiga dela em Salvador.
No depoimento, foi registrado que um dia depois Joevellyn discutiu com a amiga e informou que iria sair para se divertir sozinha. A amiga informou à polícia que a jovem sul-mato-grossense foi para um bar, onde permaneceu por um tempo antes de seguir para outro estabelecimento. De acordo com informações da Polícia Civil, no depoimento, a amiga baiana contou que, no segundo bar, ela teria conhecido um grupo de pessoas e ido para uma festa. Após sair do bar, ela não foi mais vista e foi encontrada desacordada em um matagal somente no dia 16 de outubro por um policial militar. A amiga contou à polícia que descobriu o que a adolescente tinha feito após sair para procurá-la com o marido.
Caso
Joevellyn viajou no dia 12 de outubro de Campo Grande, onde mora com a família, para Salvador, onde encontrou uma amiga que conheceu há cerca de três anos pela internet. Antes de ser encontrada ferida em uma matagal no dia 16 de outubro, a jovem ficou três dias desaparecida.
A Polícia Militar baiana recebeu denúncia de que havia um corpo em um matagal. Um agente foi até o local, encontrou a jovem debilitada e a levou para o hospital. Joevellyn ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até 29 de outubro, depois foi transferida para a enfermaria.
“A única amiga que eu achava que eu tinha lá só foi avisar minha mãe do meu desparecimento depois de dois dias. Nunca mais quero voltar para aquele lugar”, disse ao G1. Para ela, foi a primeira e última vez que viaja sozinha.
Joevellyn afirma que sente-se mais segura em sua cidade. “Aqui eu não tenho mais medo porque estou perto da minha família”, explica. Para ela, o apoio dos parentes foi muito importante na sua recuperação. “Tudo que eu precisava, eles corriam atrás para me ajudar”, diz.
Versão
Joevellyin contou o que aconteceu antes de ser dada como desaparecida. Ela admitiu que se desentendeu com a amiga e em seguida saiu sozinha, para um bar próximo à residência onde estava hospedada. "Conheci um cara e começamos a conversar numa boa. Quando saímos dali, ele me assaltou, me pegou pelo pescoço e disse que me levaria para algum lugar, para roubar todo meu dinheiro", disse. A jovem afirma ainda que, depois disso, não se lembra de mais nada. Em relação à amiga baiana, Joevellyn afirmou que não quer mais manter nenhum tipo de contato com ela, e que se sente magoada.
Futuro
A jovem conta que pretende retomar seus planos de vida, e quer ser aprovada no curso de Engenharia Civil na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Ela chegou a inscrever-se para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que aconteceram no último fim de semana, mas não chegou a fazer o exame. “Não tinha condições de fazer a prova, ainda estou com muitas dores no braço e dificuldade para andar”.
Investigação
A Polícia Civil da Bahia já identificou quatro homens suspeitos do espancamento de Joevellyn. Também foram colhidos depoimentos da tia, do irmão e dos pais da jovem agredida, e também dados no computador da sul-mato-grossense e da amiga dela em Salvador.
No depoimento, foi registrado que um dia depois Joevellyn discutiu com a amiga e informou que iria sair para se divertir sozinha. A amiga informou à polícia que a jovem sul-mato-grossense foi para um bar, onde permaneceu por um tempo antes de seguir para outro estabelecimento. De acordo com informações da Polícia Civil, no depoimento, a amiga baiana contou que, no segundo bar, ela teria conhecido um grupo de pessoas e ido para uma festa. Após sair do bar, ela não foi mais vista e foi encontrada desacordada em um matagal somente no dia 16 de outubro por um policial militar. A amiga contou à polícia que descobriu o que a adolescente tinha feito após sair para procurá-la com o marido.
Caso
Joevellyn viajou no dia 12 de outubro de Campo Grande, onde mora com a família, para Salvador, onde encontrou uma amiga que conheceu há cerca de três anos pela internet. Antes de ser encontrada ferida em uma matagal no dia 16 de outubro, a jovem ficou três dias desaparecida.
A Polícia Militar baiana recebeu denúncia de que havia um corpo em um matagal. Um agente foi até o local, encontrou a jovem debilitada e a levou para o hospital. Joevellyn ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até 29 de outubro, depois foi transferida para a enfermaria.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Mãe diz ter abandonado menino por 5 dias para trabalhar em boate em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
A mãe do menino de 6 anos, que foi encontrado abandonado se alimentando de mangas no domingo (14), disse à polícia nesta terça-feira (16) que saiu de casa porque precisava trabalhar em uma boate. De acordo com a delegada Regina Márcia Rodrigues da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a mulher de 24 anos abandonou o filho durante cinco dias na casa no bairro Concórdia, em Campo Grande.
A mulher procurou o Conselho Tutelar depois que uma irmã a alertou sobre a repercussão do caso. Ela disse para a delegada que deixou o filho sozinho em casa com algumas bolachas para se alimentar. “Ela saiu porque não tinha condições de cuidar do menino, deixou bolacha e mais nada para ele comer”, conta a delegada.
Durante o depoimento, a mulher disse ainda que saiu de casa na terça-feira (9) e durante os 5 dias trabalhou de caixa em uma boate e dormia no local, porém, segundo a delegada, a mulher trabalhava como garota de programa.
Segundo Regina Márcia, a mulher prestou depoimento e foi liberada. Ela será indiciada por abandono de incapaz. O menino de 6 anos continua em um abrigo e pode ser entregue para algum familiar, caso eles procurem o Conselho Tutelar.
O caso
A conselheira tutelar Andréia Almeida, que foi chamada pela Polícia Militar para conferir a situação no domingo (14), disse ao G1 que o lugar em que a criança estava era insalubre. “O menino estava em meio a muito lixo e comia apenas mangas. A criança estava muito suja, desorientada e só falava que a mãe tinha ido trabalhar”, conta.
Dentro do local, um colchão e uma geladeira vazia. Vizinhos disseram que ele estava abandonada há cinco dias. Segundo a conselheira, os militares vistoriaram a casa e não encontraram documentos que identificassem o garoto. Acharam somente uma carteira de trabalho da mãe do menino.
A criança foi levada até a sede do Conselho Tutelar. Ao ser entrevistado por uma psicóloga, o garoto disse que não era a primeira vez que havia ficado sozinho.
A mulher procurou o Conselho Tutelar depois que uma irmã a alertou sobre a repercussão do caso. Ela disse para a delegada que deixou o filho sozinho em casa com algumas bolachas para se alimentar. “Ela saiu porque não tinha condições de cuidar do menino, deixou bolacha e mais nada para ele comer”, conta a delegada.
Durante o depoimento, a mulher disse ainda que saiu de casa na terça-feira (9) e durante os 5 dias trabalhou de caixa em uma boate e dormia no local, porém, segundo a delegada, a mulher trabalhava como garota de programa.
Segundo Regina Márcia, a mulher prestou depoimento e foi liberada. Ela será indiciada por abandono de incapaz. O menino de 6 anos continua em um abrigo e pode ser entregue para algum familiar, caso eles procurem o Conselho Tutelar.
O caso
A conselheira tutelar Andréia Almeida, que foi chamada pela Polícia Militar para conferir a situação no domingo (14), disse ao G1 que o lugar em que a criança estava era insalubre. “O menino estava em meio a muito lixo e comia apenas mangas. A criança estava muito suja, desorientada e só falava que a mãe tinha ido trabalhar”, conta.
Dentro do local, um colchão e uma geladeira vazia. Vizinhos disseram que ele estava abandonada há cinco dias. Segundo a conselheira, os militares vistoriaram a casa e não encontraram documentos que identificassem o garoto. Acharam somente uma carteira de trabalho da mãe do menino.
A criança foi levada até a sede do Conselho Tutelar. Ao ser entrevistado por uma psicóloga, o garoto disse que não era a primeira vez que havia ficado sozinho.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
'Vi a bala parar na minha frente', diz dono de lotérica assaltada em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
A Polícia Civil em Batayporã, a 306 km de Campo Grande está à procura de um homem suspeito de tentar assaltar uma casa lotérica. Na ação, ele atirou contra o vidro de proteção do caixa , depois que o proprietário do estabelecimento, de 26 anos, se recusou a entregar o dinheiro. “Eu lembrei que o vidro era blindado, não tinha ninguém no local e eu não ia entregar de mão beijada., aí eu disse: atira”, disse ao G1, nesta quinta-feira (13).
O assalto aconteceu na quarta-feira (12), por volta das 13h30 (horário de MS). O comerciante, que preferiu não ter o nome divulgado, disse que o suspeito entrou na lotérica, sentou-se em uma cadeira e aguardou a saída dos clientes. Em seguida, apontou a arma para o comerciante, exigindo que ele entregasse o dinheiro do caixa.
Com a recusa do comerciante, o tiro foi disparado e trincou o vidro. “Na hora do tiro não me escondi, vi a bala parar na minha frente”. Em seguida, ele lembra que começou a gritar, pedindo ajuda e fazendo com que o suspeito fugisse.
O proprietário da lotérica disse que não esperava que ele atirasse, mesmo depois da provocação. “Achei que estava blefando”.
O delegado Luiz Quirino, responsável pela investigação, disse que este suspeito já foi identificado e está sendo procurado. Testemunhas relataram que outro homem participou da tentativa de roubo e aguardava do lado de fora, em uma motocicleta. Esta pessoa ainda não teria sido identificada.
A orientação da polícia é que as vítimas não reajam a assalto, conforme consta no site da Polícia Militar em Mato Grosso do Sul.
O assalto aconteceu na quarta-feira (12), por volta das 13h30 (horário de MS). O comerciante, que preferiu não ter o nome divulgado, disse que o suspeito entrou na lotérica, sentou-se em uma cadeira e aguardou a saída dos clientes. Em seguida, apontou a arma para o comerciante, exigindo que ele entregasse o dinheiro do caixa.
Com a recusa do comerciante, o tiro foi disparado e trincou o vidro. “Na hora do tiro não me escondi, vi a bala parar na minha frente”. Em seguida, ele lembra que começou a gritar, pedindo ajuda e fazendo com que o suspeito fugisse.
O proprietário da lotérica disse que não esperava que ele atirasse, mesmo depois da provocação. “Achei que estava blefando”.
O delegado Luiz Quirino, responsável pela investigação, disse que este suspeito já foi identificado e está sendo procurado. Testemunhas relataram que outro homem participou da tentativa de roubo e aguardava do lado de fora, em uma motocicleta. Esta pessoa ainda não teria sido identificada.
A orientação da polícia é que as vítimas não reajam a assalto, conforme consta no site da Polícia Militar em Mato Grosso do Sul.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
'Ganhei um irmão na dor', diz pai de jovem morto em roubo em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
Um dia depois da passeata que reuniu cerca de duas mil pessoas na avenida Afonso Pena, em Campo Grande, os pais dos universitários Leonardo Fernandes, 19 anos, e Breno Luigi Silvestrini de Araújo, 18 anos, voltaram a se encontrar nesta segunda-feira (3). Emocionados e abalados com a morte dos filhos, eles agradeceram a solidariedade dos amigos e a participação de vários jovens na manifestação.
“Ganhei um irmão na dor”, diz o engenheiro Rubens Silvestrini de Araújo. Os dois agradeceram o resultado da investigação policial, que prendeu cinco suspeitos pela morte dos universitários, mas dizem que o sistema Judiciário não será eficaz, já que, caso condenados, os criminosos podem cumprir parte da pena em liberdade, beneficiados com regime semiaberto. “As leis existem, mas não são cumpridas”, avalia Silvestrini.
O empresário Paulo Fernandes lembrou o último dia em que esteve com Leonardo. Na quinta-feira (30), pediu para que o jovem buscasse o irmão mais novo, de 12 anos, na aula de inglês e, por isso, emprestou o carro da família. Depois que os filhos chegaram em casa, o empresário resolveu ir de moto para jogar tênis, pois já estava atrasado. Leonardo foi para o bar com o carro. “Era para o carro estar comigo, não com ele”.
Quando voltou, o empresário não encontrou Leonardo em casa. Por volta das 21 horas, começou a ligar no celular do filho. Foram 22 ligações. Mais tarde, a família foi avisada que o carro foi encontrado em Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande.
Rubens Silvestrini disse que os filhos – Breno e duas irmãs – sempre reuniam os amigos em casa. O engenheiro contou que sempre ficava na sala com a mulher, vendo TV, enquanto os jovens ficavam na área de lazer. “Ficava tranquilo, porque eles estavam em casa, se divertindo e eu ficava cuidando”.
Passeata
A manifestação no domingo (2) serviu de conforto para os dois. “Foi um movimento muito bonito, ainda mais por ter sido organizado por jovens”, diz Silvestrini, explicando que muitos que estavam na passeata não conheciam Breno e Leonardo, mas se comoveram com a situação das famílias. “Quem é pai, sabe a dor que é perder um filho”.
Paulo Fernandes diz que o filho gostava de poesia e mantinha um blog. “Ele sempre estava com uma caderneta para fazer anotações”, diz. Em homenagem, os amigos começaram a compartilhar um poema atribuído a Leonardo, escrito no dia 30 de abril de 2012, entitulado "Poema Lixo":
Tudo que você me falou
Se foi
Tudo que um dia já se pensou
Se foi
Tudo se foi
Todos os pensamentos são lixo
Depende de você
Depende de mim
Depende de tudo
Tudo
É o mundo
Tudo isso se desmente
E pra ti, é afronta
A peleja é longa
A batalha é sempre
Respostas há, mas sem chão
Nada é em vão
O mundo é dos que vão
“Ganhei um irmão na dor”, diz o engenheiro Rubens Silvestrini de Araújo. Os dois agradeceram o resultado da investigação policial, que prendeu cinco suspeitos pela morte dos universitários, mas dizem que o sistema Judiciário não será eficaz, já que, caso condenados, os criminosos podem cumprir parte da pena em liberdade, beneficiados com regime semiaberto. “As leis existem, mas não são cumpridas”, avalia Silvestrini.
O empresário Paulo Fernandes lembrou o último dia em que esteve com Leonardo. Na quinta-feira (30), pediu para que o jovem buscasse o irmão mais novo, de 12 anos, na aula de inglês e, por isso, emprestou o carro da família. Depois que os filhos chegaram em casa, o empresário resolveu ir de moto para jogar tênis, pois já estava atrasado. Leonardo foi para o bar com o carro. “Era para o carro estar comigo, não com ele”.
Quando voltou, o empresário não encontrou Leonardo em casa. Por volta das 21 horas, começou a ligar no celular do filho. Foram 22 ligações. Mais tarde, a família foi avisada que o carro foi encontrado em Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande.
Rubens Silvestrini disse que os filhos – Breno e duas irmãs – sempre reuniam os amigos em casa. O engenheiro contou que sempre ficava na sala com a mulher, vendo TV, enquanto os jovens ficavam na área de lazer. “Ficava tranquilo, porque eles estavam em casa, se divertindo e eu ficava cuidando”.
Passeata
A manifestação no domingo (2) serviu de conforto para os dois. “Foi um movimento muito bonito, ainda mais por ter sido organizado por jovens”, diz Silvestrini, explicando que muitos que estavam na passeata não conheciam Breno e Leonardo, mas se comoveram com a situação das famílias. “Quem é pai, sabe a dor que é perder um filho”.
Paulo Fernandes diz que o filho gostava de poesia e mantinha um blog. “Ele sempre estava com uma caderneta para fazer anotações”, diz. Em homenagem, os amigos começaram a compartilhar um poema atribuído a Leonardo, escrito no dia 30 de abril de 2012, entitulado "Poema Lixo":
Tudo que você me falou
Se foi
Tudo que um dia já se pensou
Se foi
Tudo se foi
Todos os pensamentos são lixo
Depende de você
Depende de mim
Depende de tudo
Tudo
É o mundo
Tudo isso se desmente
E pra ti, é afronta
A peleja é longa
A batalha é sempre
Respostas há, mas sem chão
Nada é em vão
O mundo é dos que vão
terça-feira, 21 de agosto de 2012
'Já pegou tatu e até cobra', diz dono de cão espetado por porco-espinho (Postado por Lucas Pinheiro)
O comerciante Alcides Tadeu Queiroz, de 38 anos, acompanha de perto a recuperação do seu cão Mun-rá, que levou mais de mil espetadas ao ser atacado por um porco-espinho nesta segunda-feira (20). Ele disse que empresta o mascote todas as noites para cuidar da oficina mecânica de um amigo, que encontrou o animal ferido quando foi abrir o estabelecimento.
“Quando me chamaram, o porco-espinho já tinha sido levado pela polícia ambiental. Quando eu vi meu cachorro naquele estado, cheio de espinhos, eu fiquei com muita dó”, disse ao G1.
Segundo ele, não foi a primeira vez que Mun-rá enfrentou animais silvestres que tentavam entrar dentro da empresa. “Ele é um animal de guarda, nesse lugar ele já pegou tatu e até cobra. O bicho não tem medo de nada”, afirma Queiroz.
Essa resistência do cão fez com que o dono não tivesse medo de perdê-lo após o ataque. “Ele estava bem baqueado, tinha perdido muito sangue, mas mesmo assim estava bem firme e eu tinha certeza que ele não iria morrer”, conta.
Tratamento
O porco-espinho foi recolhido pela Polícia Militar Ambiental (PMA) e será encaminhado ainda nesta segunda-feira para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) em Campo Grande. O bicho também ficou ferido na luta contra o pit bull.
“Os espinhos são a defesa do animal. Ele está bastante machucado na cauda e nas patas traseiras”, conta o capitão da PMA Edmílson de Oliveira. Ele explica que essa espécie de animal é comum na região. Há dois meses, um deles foi capturado na área urbana de Coxim, mas não há registros de ataques.
Recuperação
Mun-rá foi levado para tratamento com o veterinário Antônio de Carvalho. Segundo ele, o cão ficará internado dois dias para não correr risco de infecção nos locais onde foi espetado. Ele explicou que foi necessário aplicar anestesia para tirar todos os epinhos, que tinham em média 10 cm. O procedimento durou em torno de duas horas e meia.
“Quando me chamaram, o porco-espinho já tinha sido levado pela polícia ambiental. Quando eu vi meu cachorro naquele estado, cheio de espinhos, eu fiquei com muita dó”, disse ao G1.
Segundo ele, não foi a primeira vez que Mun-rá enfrentou animais silvestres que tentavam entrar dentro da empresa. “Ele é um animal de guarda, nesse lugar ele já pegou tatu e até cobra. O bicho não tem medo de nada”, afirma Queiroz.
Essa resistência do cão fez com que o dono não tivesse medo de perdê-lo após o ataque. “Ele estava bem baqueado, tinha perdido muito sangue, mas mesmo assim estava bem firme e eu tinha certeza que ele não iria morrer”, conta.
Tratamento
O porco-espinho foi recolhido pela Polícia Militar Ambiental (PMA) e será encaminhado ainda nesta segunda-feira para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) em Campo Grande. O bicho também ficou ferido na luta contra o pit bull.
“Os espinhos são a defesa do animal. Ele está bastante machucado na cauda e nas patas traseiras”, conta o capitão da PMA Edmílson de Oliveira. Ele explica que essa espécie de animal é comum na região. Há dois meses, um deles foi capturado na área urbana de Coxim, mas não há registros de ataques.
Recuperação
Mun-rá foi levado para tratamento com o veterinário Antônio de Carvalho. Segundo ele, o cão ficará internado dois dias para não correr risco de infecção nos locais onde foi espetado. Ele explicou que foi necessário aplicar anestesia para tirar todos os epinhos, que tinham em média 10 cm. O procedimento durou em torno de duas horas e meia.
domingo, 19 de agosto de 2012
VÍDEO: Fazendeiros anunciam 'guerra' contra índios em Mato Grosso do Sul para próxima semana
Éser Cáceres
CLIQUE NO SEGUINTE LINK PARA LER A MATÉRIA NA INTEGRA E VER O VÍDEO:
http://www.midiamax.com/noticias/811100-b+video+b+fazendeiros+anunciam+guerra+contra+indios+mato+grosso+sul+para+proxima+semana.html
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Após perder controle sobre concessão de rodovias, Puccinelli critica projeto de DilmaPio RedondoCLIQUE NO SEGUINTE LINK, PARA ACESSAR A MATÉRIA ORIGINAL E LER MELHOR:
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