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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Avaliação do primeiro ano de Dilma supera Lula e Fernando Henrique
Uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha revela que a avaliação da presidenta Dilma Rousseff (PT) em seu primeiro ano de governo é superior a alcançada por todos os presidentes que a antecederam, desde a volta das eleições diretas.
Segundo o Datafolha, o governo de Dilma recebeu avaliação ótima ou boa de 59% dos brasileiros.Entre os entrevistados, 33% classificaram o governo como regular e 6% acham que a administração é ruim ou péssima. No mesmo período da atual pesquisa, Fernando Collor tinha aprovação de 23%, Itamar Franco, 12%, Fernando Henrique Cardoso, 41% no primeiro mandato e 16% no segundo, e Luis Inácio Lula da Silva, 42% no primeiro mandato e 50% no segundo.
O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Cominformações do site Uol.
Presidente é avaliada positivamente por 59%, contra 42% de Lula.
Dilma tem aprovação superior à de Lula
no 1ª ano, aponta Datafolha
Presidente é avaliada positivamente por 59%, contra 42% de Lula.
Pesquisa foi publicada na edição deste domingo da 'Folha de S.Paulo'.
Do G1, em Brasília
119 comentários
Ao final do primeiro ano de governo, a presidente Dilma Rousseff registrou índice de aprovação superior ao de todos os seus antecessores no mesmo período desde a volta das eleições diretas, segundo pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo (22) do jornal "Folha de S.Paulo".
saiba mais
De acordo com a pesquisa, 59% dos brasileiros consideram a gestão de Dilma Rousseff ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima.
Ao final de seu primeiro ano de governo, Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42%. No segundo mandato, o ex-presidente alcançou 50% de aprovação no primeiro ano de gestão.
Ao completar um ano de governo, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava com 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo.
O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Gêmeas de MS garantem vagas para faculdade de medicina no PR (Postado por Lucas Pinheiro)
As gêmeas de 17 anos, Mariane e Andressa Higa Shinzato, de Campo Grande, vão realizar o sonho de infância e fazer medicina no melhor curso do país, segundo o Ministério da Educação. As duas, que sempre estudaram juntas, souberam nesta sexta-feira (13) que foram aprovadas no Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
“É muita felicidade, depois de tanto tempo estudando esse era o nosso maior sonho. Agora vamos morar juntas e vamos nos ajudar bastante durante os estudos”, disse Mariane ao G1. A jovem passou em 7º lugar no PAS, método em que o candidato realiza três provas durante o ensino médio e com a média das notas pode ser selecionado nos cursos.
A mãe das gêmeas, Vera Higa Shinzato, conta que o quarto das meninas é repleto de livros e a aprovação em Medicina é resultado de muitos anos de esforço. “A emoção é incontrolável, quando vimos os nomes delas na lista foi uma alegria. Elas estudaram muito para isso, e merecem essa aprovação”.
As meninas estudaram o ensino médio em uma escola particular de Campo Grande e ficaram vários dias até mais tarde para garantir a preparação. “Nossos professores e a nossa família também são responsáveis por essa vitória. Abrimos mão de muita coisa e agora conseguimos passar”, conta Andressa que foi aprovada em 9º lugar no processo seletivo e ficou em 1º lugar na lista de espera.
Outra aprovada em 1º lugar no vestibular convencional da UEM é a jovem Brenda Souza Reis de 16 anos, colega de classe das gêmeas. Além do vestibular a jovem também foi aprovada em 1º lugar no PAS. Ela escolheu ingressar na universidade através da seleção convencional. Assim a gêmea Andressa que ficou em 9º lugar conseguiu ingressar na universidade que destinou 8 vagas para a seleção alternativa.
Como Brenda já fez a inscrição pelo sistema regular, a vaga pelo PAS será de Andressa, segundo a coordenação de vagas de vestibular da UEM. “Eu não acreditava que ia passar, quando vi fiquei muito feliz. É uma emoção muito grande ver nosso esforço recompensado", afirma Brenda.
Família médica
O primo das gêmeas, Carlos André Oshiro de 17 anos, conseguiu a aprovação em medicina e irá estudar junto com as primas. O jovem foi classificado em 2º lugar entre os concorrentes e além do pai outros cinco tios também atuam na profissão. “É um esforço muito grande, a gente tem que deixar muita coisa de lado. O futebol e as festas dão lugar aos estudos. Estou muito feliz por ter conseguido”, diz.
A mãe das gêmeas conta ainda que a irmã mais velha de 20 anos também cursa medicina em uma universidade particular de Campo Grande. “Vai ser mais uma médica na família, a alegria de ver as três fazendo o que gostam é muito grande”, conta Vera.
“É muita felicidade, depois de tanto tempo estudando esse era o nosso maior sonho. Agora vamos morar juntas e vamos nos ajudar bastante durante os estudos”, disse Mariane ao G1. A jovem passou em 7º lugar no PAS, método em que o candidato realiza três provas durante o ensino médio e com a média das notas pode ser selecionado nos cursos.
A mãe das gêmeas, Vera Higa Shinzato, conta que o quarto das meninas é repleto de livros e a aprovação em Medicina é resultado de muitos anos de esforço. “A emoção é incontrolável, quando vimos os nomes delas na lista foi uma alegria. Elas estudaram muito para isso, e merecem essa aprovação”.
As meninas estudaram o ensino médio em uma escola particular de Campo Grande e ficaram vários dias até mais tarde para garantir a preparação. “Nossos professores e a nossa família também são responsáveis por essa vitória. Abrimos mão de muita coisa e agora conseguimos passar”, conta Andressa que foi aprovada em 9º lugar no processo seletivo e ficou em 1º lugar na lista de espera.
Outra aprovada em 1º lugar no vestibular convencional da UEM é a jovem Brenda Souza Reis de 16 anos, colega de classe das gêmeas. Além do vestibular a jovem também foi aprovada em 1º lugar no PAS. Ela escolheu ingressar na universidade através da seleção convencional. Assim a gêmea Andressa que ficou em 9º lugar conseguiu ingressar na universidade que destinou 8 vagas para a seleção alternativa.
Como Brenda já fez a inscrição pelo sistema regular, a vaga pelo PAS será de Andressa, segundo a coordenação de vagas de vestibular da UEM. “Eu não acreditava que ia passar, quando vi fiquei muito feliz. É uma emoção muito grande ver nosso esforço recompensado", afirma Brenda.
Família médica
O primo das gêmeas, Carlos André Oshiro de 17 anos, conseguiu a aprovação em medicina e irá estudar junto com as primas. O jovem foi classificado em 2º lugar entre os concorrentes e além do pai outros cinco tios também atuam na profissão. “É um esforço muito grande, a gente tem que deixar muita coisa de lado. O futebol e as festas dão lugar aos estudos. Estou muito feliz por ter conseguido”, diz.
A mãe das gêmeas conta ainda que a irmã mais velha de 20 anos também cursa medicina em uma universidade particular de Campo Grande. “Vai ser mais uma médica na família, a alegria de ver as três fazendo o que gostam é muito grande”, conta Vera.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
OAB-RJ: mau exemplo de magistrados corrói a democracia (Google News)
Jornal do Brasil - há 39 minutos O cidadão quando senta à frente de um magistrado em audiência quer ter a certeza de que está diante de um homem ou uma mulher de bem, que dá bom exemplo aos seus concidadãos. Qualquer suspeita em contrário corrói a democracia. ... |
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Bebê morre ao ser atingido por parede derrubada em acidente em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
Um menino indígena de 7 meses de idade morreu na manhã de quarta-feira (11), um dia após ser atingido por pedaços de uma parede que desabou. De acordo com a Polícia Civil, o acidente ocorreu na terça-feira (10) em uma aldeia de Caarapó, a 273 km de Campo Grande.
De acordo com a versão contada à polícia pelo padrasto da criança, o acidente ocorreu quando ele manobrava um carro e acabou batendo em uma das paredes do quarto onde o menino dormia. A parede cedeu e pedaços teriam caído sobre a criança.
O menino foi levado pelo padrasto ao Hospital Universitário de Dourados, a 54 km de Caarapó, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como homicídio culposo na 1ª Delegacia de Polícia de Dourados.
De acordo com a versão contada à polícia pelo padrasto da criança, o acidente ocorreu quando ele manobrava um carro e acabou batendo em uma das paredes do quarto onde o menino dormia. A parede cedeu e pedaços teriam caído sobre a criança.
O menino foi levado pelo padrasto ao Hospital Universitário de Dourados, a 54 km de Caarapó, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como homicídio culposo na 1ª Delegacia de Polícia de Dourados.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
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Cobertura jornalística abrangente e atualizada, agregada de fontes do mundo inteiro pelo Google Notícias.sábado, 3 de dezembro de 2011
'Ela é muito guerreira', diz marido de mulher que fez parto sozinha em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
O carpinteiro Sebastião Cáceres, 24 anos, marido da doméstica Maria Marleide da Silva, 22 anos, que fez o parto de seu próprio filho na quinta-feira (1º), em Campo Grande, disse ao G1 que admira muito a mulher por ter trazido a pequena Marcela sozinha ao mundo. “Ela é muito guerreira. Jamais imaginei que ela conseguiria fazer isso. Se eu estivesse casa na hora acho que teria desmaiado”, contou o pai orgulhoso.
Sebastião estava no trabalho no momento em que a filha nasceu e só soube do fato ao chegar em casa e ser recebido pelos filhos Esterferson Matheus da Silva Cáceres, 4 anos, e Beatriz da Silva Cáceres, 1 ano, com a notícia. “Eu cheguei em casa e eles começaram a gritar: papai o neném nasceu”, disse.
No primeiro momento, ao entrar em casa e ver a mulher segurando a filha no colo, Sebastião ficou nervoso e com medo de que algo pudesse ter dado errado. “Quando eu entrei e casa e vi minha mulher toda suja de sangue fiquei desesperado. Eu chamei o Corpo de Bombeiros e acabou dando tudo certo. A minha filha é o meu presente de aniversário atrasado”. A bebê nasceu no dia seguinte ao aniversário do pai.
A criança, que se chamará Marcela da Silva Cáceres, nasceu aos nove meses, pesando 3,85 quilos e medindo 50 centímetros. Segundo a maternidade, mãe e filha estão bem e receberam.
O nascimento
A casa humilde, de apenas um cômodo, foi onde Marcela, de três dias, nasceu apenas com a ajuda da mãe. A previsão, segundo os exames pré-natais, era de que o bebê viesse apenas no dia 12 deste mês, mas o nascimento acabou alguns dias antecipado.
Sem telefone ou celular em casa, a mulher se viu obrigada a fazer todo o procedimento de parto quando a bolsa estourou, incluindo cortar o cordão umbilical da criança com uma tesoura. “Era apenas eu e Deus naquela hora. Ou ia ou ia do mesmo jeito”, disse a mãe.
A doméstica entrou em trabalho de parto na frente dos filhos, Esterferson e Beatriz. “Eles não entendiam o que estava acontecendo, mas ficaram ao meu lado chamando pela neném. O menino ficou segurando minha mão o tempo todo”, contou a doméstica ao G1.
Para a doméstica, o momento de cortar o cordão umbilical foi o mais difícil. “Eu tinha uma noção de como cortar, mas fiquei meio preocupada com o umbigo dela, pois não sabia o que fazer depois”. De acordo com os bombeiros, mesmo sozinha, a mulher fez a maioria dos procedimentos corretamente e não teve nenhuma complicação. Ela apenas deixou de prender o cordão umbilical do bebê após o corte, o que poderia ter causado uma hemorragia.
Sebastião estava no trabalho no momento em que a filha nasceu e só soube do fato ao chegar em casa e ser recebido pelos filhos Esterferson Matheus da Silva Cáceres, 4 anos, e Beatriz da Silva Cáceres, 1 ano, com a notícia. “Eu cheguei em casa e eles começaram a gritar: papai o neném nasceu”, disse.
No primeiro momento, ao entrar em casa e ver a mulher segurando a filha no colo, Sebastião ficou nervoso e com medo de que algo pudesse ter dado errado. “Quando eu entrei e casa e vi minha mulher toda suja de sangue fiquei desesperado. Eu chamei o Corpo de Bombeiros e acabou dando tudo certo. A minha filha é o meu presente de aniversário atrasado”. A bebê nasceu no dia seguinte ao aniversário do pai.
A criança, que se chamará Marcela da Silva Cáceres, nasceu aos nove meses, pesando 3,85 quilos e medindo 50 centímetros. Segundo a maternidade, mãe e filha estão bem e receberam.
O nascimento
A casa humilde, de apenas um cômodo, foi onde Marcela, de três dias, nasceu apenas com a ajuda da mãe. A previsão, segundo os exames pré-natais, era de que o bebê viesse apenas no dia 12 deste mês, mas o nascimento acabou alguns dias antecipado.
Sem telefone ou celular em casa, a mulher se viu obrigada a fazer todo o procedimento de parto quando a bolsa estourou, incluindo cortar o cordão umbilical da criança com uma tesoura. “Era apenas eu e Deus naquela hora. Ou ia ou ia do mesmo jeito”, disse a mãe.
A doméstica entrou em trabalho de parto na frente dos filhos, Esterferson e Beatriz. “Eles não entendiam o que estava acontecendo, mas ficaram ao meu lado chamando pela neném. O menino ficou segurando minha mão o tempo todo”, contou a doméstica ao G1.
Para a doméstica, o momento de cortar o cordão umbilical foi o mais difícil. “Eu tinha uma noção de como cortar, mas fiquei meio preocupada com o umbigo dela, pois não sabia o que fazer depois”. De acordo com os bombeiros, mesmo sozinha, a mulher fez a maioria dos procedimentos corretamente e não teve nenhuma complicação. Ela apenas deixou de prender o cordão umbilical do bebê após o corte, o que poderia ter causado uma hemorragia.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Jornalista é condenado por matar menino em briga de trânsito em MS (Postado por Lucas Pinheiro)
O jornalista Agnaldo Ferreira Gonçalves, 62 anos, foi condenado a 14 anos, cinco meses e nove dias de prisão pela morte do menino Rogério Mendonça, ocorrida durante uma briga de trânsito em 2009, em Campo Grande. A sentença foi dada nesta terça-feira (29) pelo juiz Alexandre Ito da 1ª Vara do Tribunal do Júri da cidade.
Gonçalves foi considerado culpado pelos sete jurados pelos crimes de homicídio doloso, tentativa de homicídio contra os parentes da criança que estavam no carro alvejado pelo réu e também por porte ilegal de arma de fogo.
O advogado do réu, Valdir Custódio, afirmou ao G1 que não vai recorrer da sentença. Ele considerou a pena uma vitória, visto que o previsto era 30 anos de cadeia. "Fizemos história em Mato Grosso do Sul. Um dos julgamentos de maior repercussão da história do estado", disse.
Gonçalves será levado para o Complexo Penitenciário de Campo Grande, de acordo com o advogado. Antes ele estava preso no Presidio de Trânsito, desde que foi detido em agosto de 2010.
O caso
No dia 18 de novembro de 2009, o jornalista e o tio da vítima, de 54 anos, se envolveram em uma briga de trânsito que começou na avenida Ernesto Geisel e terminou na avenida Mato Grosso, região central de Campo Grande.
O acusado atirou contra o veículo, que tinha quatro ocupantes ao todo. A criança foi atingida no pescoço e levada para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu ao ferimento e morreu. O avô do garoto foi atingido no maxilar e passou por cirurgia.
Em maio de 2010 o réu mudou-se para Praia Grande (SP), quando já respondia ao processo. Ele voltou a Mato Grosso do Sul em agosto daquele ano, quando foi cumprido um mandado de prisão preventiva contra ele. Desde então ele está detido em Campo Grande.
Gonçalves foi considerado culpado pelos sete jurados pelos crimes de homicídio doloso, tentativa de homicídio contra os parentes da criança que estavam no carro alvejado pelo réu e também por porte ilegal de arma de fogo.
O advogado do réu, Valdir Custódio, afirmou ao G1 que não vai recorrer da sentença. Ele considerou a pena uma vitória, visto que o previsto era 30 anos de cadeia. "Fizemos história em Mato Grosso do Sul. Um dos julgamentos de maior repercussão da história do estado", disse.
Gonçalves será levado para o Complexo Penitenciário de Campo Grande, de acordo com o advogado. Antes ele estava preso no Presidio de Trânsito, desde que foi detido em agosto de 2010.
O caso
No dia 18 de novembro de 2009, o jornalista e o tio da vítima, de 54 anos, se envolveram em uma briga de trânsito que começou na avenida Ernesto Geisel e terminou na avenida Mato Grosso, região central de Campo Grande.
O acusado atirou contra o veículo, que tinha quatro ocupantes ao todo. A criança foi atingida no pescoço e levada para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu ao ferimento e morreu. O avô do garoto foi atingido no maxilar e passou por cirurgia.
Em maio de 2010 o réu mudou-se para Praia Grande (SP), quando já respondia ao processo. Ele voltou a Mato Grosso do Sul em agosto daquele ano, quando foi cumprido um mandado de prisão preventiva contra ele. Desde então ele está detido em Campo Grande.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Em MS, polícia prende acusado de chefiar contrabando de cigarro no país (Postado por Erick Oliveira)
Uma operação conjunta prendeu, nesta quarta-feira (23), em Mato Grosso do Sul, Alcides Carlos Greijianin, conhecido como Polaco. Ele é apontado pela Justiça Federal como um dos maiores contrabandistas de cigarro do país. Ainda segundo a Justiça Federal, com o dinheiro dos crimes de contrabando, Polaco já teria comprado 11 fazendas na fronteira com o Paraguai. Uma delas tem 2,5 mil hectares e foi avaliada em R$ 25 milhões.
Polaco foi preso em Eldorado, durante a Operação Alvorada Voraz, feita pela PRF e pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual (MPE-MS) e conta com o apoio do Comando da Polícia Militar. O município fica na região sul do estado, a 440 quilômetros de Campo Grande.
Operação
A operação tem como objetivo desmantelar uma organização criminosa composta por civis, agentes tributários e policiais militares, que atua no contrabando de cigarros estrangeiros do Paraguai e da Bolívia, e que são vendidos para diversos estados.
Durante a operação, serão cumpridos outros16 mandados de prisão temporária, 28 mandados de busca e apreensão domiciliar e 9 mandados de busca e apreensão de veículos, em sete cidades de Mato Grosso do Sul.
Investigações
Segundo informações do Gaeco, as investigações, que estão sendo feitas desde outubro de 2010, apontaram que policiais militares permitiam a passagem de carregamentos de cigarros em troca de propinas.
Polaco foi preso em Eldorado, durante a Operação Alvorada Voraz, feita pela PRF e pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual (MPE-MS) e conta com o apoio do Comando da Polícia Militar. O município fica na região sul do estado, a 440 quilômetros de Campo Grande.
Operação
A operação tem como objetivo desmantelar uma organização criminosa composta por civis, agentes tributários e policiais militares, que atua no contrabando de cigarros estrangeiros do Paraguai e da Bolívia, e que são vendidos para diversos estados.
Durante a operação, serão cumpridos outros16 mandados de prisão temporária, 28 mandados de busca e apreensão domiciliar e 9 mandados de busca e apreensão de veículos, em sete cidades de Mato Grosso do Sul.
Investigações
Segundo informações do Gaeco, as investigações, que estão sendo feitas desde outubro de 2010, apontaram que policiais militares permitiam a passagem de carregamentos de cigarros em troca de propinas.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
'Não vamos sair da terra', dizem índios de acampamento atacado em MS (Postado por Erick Oliveira)
Apesar do clima de tensão e do ataque contra membros da etnia, os índios do acampamento Guaiviry, situado na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, afirmam que não vão deixar o local. “A terra é nossa e não vamos sair dela. O sangue do meu pai foi derramado nessa terra e não foi em vão. Vamos ficar e lutar pelo que é nosso”, afirmou o índio Genito Gomes, de 29 anos, filho do cacique de 59 anos, que está desaparecido desde a última sexta-feira (18).
O G1 esteve no local acompanhado de uma escolta de quatro policiais da Força Nacional de Segurança e três lideranças indígenas.
Os indígenas, da etnia guarany-kaiwá, afirmam que o cacique foi morto a tiros durante um ataque feito por aproximadamente 40 homens. Eles relatam ainda que o corpo do cacique foi arrastado e colocado em uma caminhonete.
No acampamento, os índios demarcaram com uma armação feita com folhas, galhos e bambus o local onde o cacique foi atacado. Na área, que fica a pouco menos de 100 metros da cabana onde o cacique dormia, há vestígios de sangue e uma cápsula de bala de borracha. “Foi bem aqui que mataram ele”, disse apontando para o local, o índio Francisco Amarilha, de 42 anos, que é familiar do cacique.
Rituais religiosos também estão sendo realizados no acampamento desde o último sábado (20). "Durante os rituais o cacique nos respondeu que voltou para o lugar de onde veio”, explicou ao G1 um dos líderes da etnia guarany-kaiwá, Tonico Benites.
Ele diz que a religião indígena acredita que após a morte o espírito volta ao seu local de origem. “Para nós, essa é a comprovação de que o cacique está morto”, afirmou ele.
Terra Indígena
Cerca de 150 índios guarani-kaiwá estão no acampamento Guaiviry, que atualmente ocupa uma área de 20 hectares, situada entre fazendas nos municípios de Aral Moreira e Amambaí, que encontra-se em estudos para identificação de terras indígenas.
Segundo informações da Fundação Nacional do Índio (Funai) essa é a terceira vez que o grupo indígena ocupa o local desde 2008, quando o Ministério Público Ministério Federal (MPF/MS) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para iniciar os procedimentos de identificação da área.
O coordenador regional da Funai, Silvio Raimundo da Silva, explicou ao G1 que área faz parte da terra Amambai Peguá, que possui aproximadamente 20 mil hectares e está sendo reivindicada por cerca de 10 grupos indígenas, incluindo os do acampamento Guaiviry.
Ainda segundo informações da Funai, no cone sul do estado existem 36 aldeias indígenas e cinco acampamentos.
Investigações
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso, e representantes do MPF/MS estiveram no local na última sexta-feira (18). A perícia policial colheu fragmentos de munição e vestígios de sangue. Os exames devem apontar se as amostras são de material humano.
Nesta segunda-feira (21), uma equipe da Polícia Federal esteve no acampamento coletando material genético de Genito e de um irmão dele para, em caso de localização do corpo do líder, fazer a identificação.
O G1 esteve no local acompanhado de uma escolta de quatro policiais da Força Nacional de Segurança e três lideranças indígenas.
Os indígenas, da etnia guarany-kaiwá, afirmam que o cacique foi morto a tiros durante um ataque feito por aproximadamente 40 homens. Eles relatam ainda que o corpo do cacique foi arrastado e colocado em uma caminhonete.
No acampamento, os índios demarcaram com uma armação feita com folhas, galhos e bambus o local onde o cacique foi atacado. Na área, que fica a pouco menos de 100 metros da cabana onde o cacique dormia, há vestígios de sangue e uma cápsula de bala de borracha. “Foi bem aqui que mataram ele”, disse apontando para o local, o índio Francisco Amarilha, de 42 anos, que é familiar do cacique.
Rituais religiosos também estão sendo realizados no acampamento desde o último sábado (20). "Durante os rituais o cacique nos respondeu que voltou para o lugar de onde veio”, explicou ao G1 um dos líderes da etnia guarany-kaiwá, Tonico Benites.
Ele diz que a religião indígena acredita que após a morte o espírito volta ao seu local de origem. “Para nós, essa é a comprovação de que o cacique está morto”, afirmou ele.
Terra Indígena
Cerca de 150 índios guarani-kaiwá estão no acampamento Guaiviry, que atualmente ocupa uma área de 20 hectares, situada entre fazendas nos municípios de Aral Moreira e Amambaí, que encontra-se em estudos para identificação de terras indígenas.
Segundo informações da Fundação Nacional do Índio (Funai) essa é a terceira vez que o grupo indígena ocupa o local desde 2008, quando o Ministério Público Ministério Federal (MPF/MS) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para iniciar os procedimentos de identificação da área.
O coordenador regional da Funai, Silvio Raimundo da Silva, explicou ao G1 que área faz parte da terra Amambai Peguá, que possui aproximadamente 20 mil hectares e está sendo reivindicada por cerca de 10 grupos indígenas, incluindo os do acampamento Guaiviry.
Ainda segundo informações da Funai, no cone sul do estado existem 36 aldeias indígenas e cinco acampamentos.
Investigações
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso, e representantes do MPF/MS estiveram no local na última sexta-feira (18). A perícia policial colheu fragmentos de munição e vestígios de sangue. Os exames devem apontar se as amostras são de material humano.
Nesta segunda-feira (21), uma equipe da Polícia Federal esteve no acampamento coletando material genético de Genito e de um irmão dele para, em caso de localização do corpo do líder, fazer a identificação.
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