segunda-feira, 2 de maio de 2016

Vacinação contra aftosa começa hoje nas regiões do Planalto e Pantanal
 
Com calendário diferente para cada região do Estado, a vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa deve imunizar cerca de 18,6 milhões de animais somente em maio, segundo a Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

No Planalto, a vacinação começa hoje (2) e vai até o dia 1º de junho. No Pantanal, para os optantes da etapa maio, o período também inicia-se nesta segunda-feira e vai até o dia 16 de junho. Na região da Fronteira, os criadores começaram com a vacinação no dia 1º de abril e o prazo termina em 15 de maio.

As datas diferentes foram determinadas pela Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), com base em estudos epidemiológicos das diferentes regiões produtoras. A mudança na vacinação da aftosa para todo o rebanho do planalto, de novembro para maio, ocorreu em 2012. A alteração atendeu demanda dos produtores, por ser este o período mais adequado para reunir e vacinar o rebanho das propriedades, conforme o médico veterinário da Famasul, Horácio Tinoco.

"Maio é o período em que os produtores tradicionalmente aproveitam para realizar manejos sanitários, desmama, vermifugação, diagnóstico de gestação, entre outros procedimentos rotineiros e para isso já reúnem o rebanho no curral, sendo portanto a hora certa para realizar a vacinação contra aftosa", explica o veterinário.

Área Livre - Desde 2008, o Planalto e o Pantanal possuem status de área livre de febre aftosa com vacinação, de acordo com a OIE (Organização Internacional de Saúde Animal). Em 2011, a região de fronteira também obteve esta condição.

O reconhecimento do status é resultado do trabalho realizado pelos produtores e trabalhadores rurais e técnicos do setor , com a orientação da Iagro e do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). A classificação da OIE abre portas para o mercado internacional, conforme os especialistas do setor.
Campo Grande News

Campanha incentiva turismo responsável

Jorge Cardoso/MMA
Alerta aos viajantes

Passaporte Verde nos Jogos Rio 2016 reúne orientações para boas práticas ambientais de quem viajará para as Olímpiadas em agosto deste ano.  

AMANDA VIEIRA
Enviada especial ao Rio de Janeiro

Na manhã deste sábado (30/04), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou da cerimônia que marcou a continuidade da campanha Passaporte Verde. O evento aconteceu no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, e contou com a presença do diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, do CEO do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Sidney Levy, dentre outros convidados.
Izabella Teixeira destacou que a campanha é um incentivo para o cidadão fazer escolhas no seu dia-a-dia que favorecem a agenda de produção e consumo sustentáveis. A ministra também agradeceu a parceria com o Pnuma: "Desde o momento em que o Pnuma instalou seu escritório no Brasil houve um fortalecimento da agenda ambiental na América do Sul e também permitiu que o Brasil pudesse ter avanços na Rio+20", registrou a ministra.
PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS
A campanha Passaporte Verde, coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), é uma iniciativa que busca promover práticas de produção e consumo sustentáveis na atividade turística, tanto na prestação de serviços quanto na conscientização dos turistas para que adotem comportamentos responsáveis em suas viagens.

Lançada em 2008 em uma parceria entre o Pnuma, os ministérios do Meio Ambiente e do Turismo do Brasil, o Ministério Francês do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e outros parceiros, a campanha também atua em diversos países como Costa Rica, Equador e África do Sul.

Em 2015 foi lançada a edição Passaporte Verde nos Jogos Rio 2016, oferecendo novas dicas e roteiros aos turistas que desembarcarão no Rio de Janeiro para acompanhar os eventos. A campanha também dá um novo salto, trabalhando com temas como acessibilidade e proteção da criança e do adolescente, além da ecoeficiência, que já vinha sendo trabalhado em edições anteriores.

Dicas para ser um turista responsável:

- Evitar o uso desnecessário de água e de produtos químicos, utilizando por mais de um dia suas toalhas de banho e rosto;
- Ligar o ar condicionado, sempre com portas e janelas fechadas, e ventiladores apenas quando necessário;
- Recolher todo o lixo produzido e separar materiais recicláveis de restos orgânicos;
- Utilizar sacolas reutilizáveis de pano ou papel ao invés dos saquinhos plásticos nas compras;
- Na praia, utilizar protetor solar resistente à água para não poluir o mar e prejudicar a fauna marinha;
- Apagar as luzes e desligar os equipamentos do ambiente ao sair;
- Fechar a torneira enquanto escova os dentes. Assim, é possível gastar apenas dois litros de água em vez de 60;
-  Não retirar plantas, nem levar “lembranças” do ambiente natural para casa. Deixar pedras, flores, frutos, sementes e conchas onde foram encontradas para que outros também possam apreciá-los;
- Jamais comprar animais selvagens;
- Ajudar na educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade de disseminar essa atitude responsável.

quarta-feira, 23 de março de 2016

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

MS fecha 163 vagas de emprego, 2º pior resultado para janeiro em 14 anos

Mato Grosso do Sul fechou 163 vagas de emprego no primeiro mês de 2016, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (26). Esse foi o segundo pior janeiro do estado em 14 anos, só perdendo para o resultado do início do ano de 2015, que teve fechamento de 1.270 vagas.

Segundo o Caged, comércio foi o setor que mais contribuiu para o saldo negativo, com 505 demissões. Também tiveram baixas indústria de transformação (-125), serviços industriais de utilidade pública (-33), extrativa mineral (-30) e administração pública (-6).

Construção civil e serviços geraram postos de trabalho formais no estado, 345 e 191, respectivamente, e agropecuária ficou com saldo zerado, conforme o Caged.
Municípios
Três Lagoas, a 313 quilômetros de Campo Grande, registrou 320 empregos gerados em janeiro e lidera o ranking dos municípios sul-mato-grossenses com mais de 30 mil habitantes, de acordo com o Caged. Na sequência, aparecem Paranaíba (104), Nova Andradina (97), Coxim (39), Naviraí (10) e Corumbá (1).
Os municípios que registraram demissões foram Rio Brilhante (-16), Dourados (-26), Aquidauana (-44), Sidrolândia (-48), Ponta Porã (-53), Amambai (-85), Maracaju (-95) e Campo Grande (-251).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Saúde confirma 3ª morte por dengue em MS; vítima é idoso de 77 anos

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul confirmou a terceira morte por dengue em 2016 na quarta-feira (24). A vítima é um idoso de 77 anos, morador de Dourados, conforme informou o Departamento de Vigilância Epidemiológica da prefeitura ao Dourados News.

Em uma semana, o número de casos notificados no ano aumentou 22%. Somente na última semana, a secretaria registrou 1.772 casos. Dos 79 municípios, 55 tem alta incidência da doença.

Alcinópolis tem a maior incidência do estado, com 254 notificações e incidência de 3215,4 casos para cada 100 mil habitantes. São Gabriel do Oeste tem a segunda maior incidência: 3099,6 e 745 notificações. Deodápolis registrou 310 casos, tendo a terceira maior incidência, de 2475,2.

Já Campo Grande já tem 12.998 casos notificados e a 12ª maior incidência: 1561,6. Dourados tem a 30ª maior incidência, de 852,5 e 1.769 notificações. E Corumbá tem média incidência de casos: 183,5 e 197 casos registrados.

Em todo o estado, a alta incidência é de 1037,0 casos por 100 mil habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera epidemia quando um local tem mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Outras duas mortes por dengue foram confirmadas em Campo Grande. Em 2015, 17 óbitos foram registrados.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Decretada emergência por epidemia de dengue em Mato Grosso do Sul

Decreto do governo também é devido ao zika vírus e chikungunya.
Governo fica autorizado a entrar em imóveis das 7h às 17h.




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MS é 1º estado com mais apoio às mulheres vítimas de violência

Estado é o 9º com o maior número de feminicídios.
Casa da Mulher Brasileira integrou atendimento às vítimas.

Do G1 MS

Mato Grosso do Sul é o estado com maior número de atendimento às mulheres que foram vítimas de violência em 2014, segundo o “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil”, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
Foram registrados 37,4 atendimentos por 10 mil habitantes. Cerca de 15,8 mil mulheres foram agredidas em 2013 por pessoas conhecidas, como pai, mãe, filho (a), cônjuge, namorado (a), amigo (a) ou vizinho (a).
O estado é o 9º com maior número de feminicídios, assassinatos cometidos contra mulheres. Em sete anos, o número de mortes aumentou 36,4%. Mas o número de mulheres mortas em casos de violência doméstica vem apresentando uma pequena queda nos últimos anos: foram 78 em 2011, 77 em 2012 e 75 em 2013.
Em Campo Grande, a taxa de homicídios ficou abaixo da média nacional, de 5,5 por 100 mil habitantes. A taxa da capital sul-mato-grossense foi de 5 para 100 mil habitantes em 2013.
Já em relação ao interior do estado, Tacuru, cidade na região sul, tem a maior taxa de feminicídios. Para cada 10 mil habitantes, o município tem uma taxa de 24. Na sequência, vem Coronel Sapucaia, com 19,6; e Paranhos, com 16,2.
Quanto à cor da pele, o assassinato de mulheres brancas caiu 31,3%: de 32 em 2003, caiu para 22 em 2013. Por outro lado, a morte de mulheres negras aumentou 48,1% no mesmo período: de 27 em 2003 saltou para 40 em 2013.
Características
Em âmbito nacional, um dado importante do estudo é o local do homicídio: 27,1% deles acontecem no domicílio da vítima, indicando a alta domesticidade dos assassinatos de mulheres. Outros 31,2% acontecem em via pública, e 25,2%, em estabelecimento de saúde.
Maria da Penha em solenidade em Campo Grande (Foto: Reprodução/TV Morena)Maria da Penha, que deu nome à lei contra
violência doméstica à mulher
(Foto: Reprodução/TV Morena)
Casa da Mulher Brasileira
Para frear os índices de feminicídios e violência contra mulheres, o governo federal lançou em 2013 o programa “Mulher, Viver sem Violência”. Um dos eixos do programa é implementação da Casa da Mulher Brasileira, uma estrutura que integra atendimento às vítimas da violência, desde o apoio psicossocial até o cuidado com as crianças.
Campo Grande foi a primeira capital do Brasil a contar com a estrutura. A presidente Dilma Rousseff (PT) inaugurou o prédio em fevereiro de 2015. O evento teve a presença da farmacêutica Maria da Penha Fernandes, personalidade que se tornou símbolo do combate à violência contra a mulher.
A casa tem gestão compartilhada entre União, estado e município. A gestão administrativa ficou a cargo da prefeitura e o objetivo é combater a violência e fazer de Mato Grosso do Sul uma referência do enfrentamento à violência no país.
O local é um espaço onde as mulheres sul mato-grossenses poderão receber atendimento humanizado e integrado, da Polícia Civil através da Delegacia Especializada em Atendimento às Mulheres (Deam), Juizado Criminal, Defensoria Pública e Promotoria de Justiça.
A Casa da Mulher Brasileira fica na rua Brasília, no Jardim Imá, perto do Aeroporto Internacional de Campo Grande. No local também ainda funciona uma brinquedoteca, para onde serão levadas crianças filhas das vítimas da violência doméstica, durante o tempo em que estiverem recebendo atendimento.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Cidades de MS tem 2 pessoas por dia tratando de câncer de pele

Sociedade de Dermatologia alerta para riscos da doença e faz campanha

RODOLFO CÉSAR 3 de Novembro de 2015 | 16h01
Proteger-se com guarda chuva e protetor solar é fundamental no calor
(Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado)
Proteger-se com guarda chuva e protetor solar é fundamental no calor
A Sociedade Brasileira de Dermatologia - regional Mato Grosso do Sul (SBD-MS) divulgou nesta terça-feira (3) que ao longo de 2014, 1.026 pessoas precisaram ser tratadas contra o câncer de pele em Campo Grande, Três Lagoas e Dourados.
Essa quantidade de pacientes com a doença gera um alerta, segundo a SBD/MS. Por isso a a entidade prepara para este sábado (7) a realização da campanha Dia D - Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele. A Sociedade Brasileira de Dermatologia, em parceria com as regionais do país, está promovendo a data.
Em Campo Grande, dermatologistas voluntários farão atendimento gratuito com foco na análise, diagnóstico e tratamento. A ação acontecerá das 9h às 15h no Ambulatório de Dermatologia do Hospital Universitário, que fica na avenida Senador Filinto Müller. "Não há necessidade de marcar horário. A obrigatoriedade é portar o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS)", divulgou nota da SBD/MS.
De acordo com a presidente da regional de Mato Grosso do Sul, Rubenilda dos Santos Barbosa, a ação preventiva é o que garante o sucesso do tratamento.
"Este trabalho de conscientização feito pelas sociedades de dermatologia salva milhares de vidas por ano, por isso pretendemos sempre ampliar os atendimentos prestando assim um relevante trabalho para população. Cada vez mais as pessoas têm procurado esta campanha para fazerem suas consultas", afirmou a médica.
ONDA DE CALOR
Por conta da onda de calor que há no Estado neste ano, os alertas sobre alta intensidade de raios UV foram emitidos várias vezes. A exposição ao sol sem a devida precaução é altamente prejudicial e motivador para o ocasionamento do câncer de pele.
TRABALHO DE PREVENÇÃO
De acordo com nota da SBD/MS, o câncer de pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida. Pode também ser uma ferida que não cicatriza.
A sociedade divulga a chamada "regra do ABCDE" para ajudar na suspeita de uma lesão maligna. No caso de a pessoa identificar alguns desses sinais, um dermatologista deve ser procurado o quanto antes.
Regra do ABCDE

domingo, 1 de novembro de 2015

MS deve ter Dia de Finados com tempo nublado e chuva

Em Campo Grande, feriado deve ter mínima de 17ºC e máxima de 30ºC.
No Pantanal, em Corumbá, temperatura deve variar de 23ºC a 30ºC.

Do G1 MS
Céu de Campo Grande na tarde deste domingo (1) (Foto: Ronie Cruz/G1 MS)Campo Grande deve ter tempo nublado e com possibilidade de chuva nesta segunda-feira
(Foto: Ronie Cruz/G1 MS)
Mato Grosso do Sul deve ter um feriado de Dia de Finados com tempo nublado e possibilidade de pancadas de chuva com trovoadas em pontos isolados do estado, especialmente no período da tarde.
A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que aponta que a temperatura deve oscilar entre a mínima de 17ºC e a máxima de 30ºC.
Conforme o instituto, a previsão para Campo Grande é de tempo parcialmente nublado a nublado e com possibilidade de chuva em alguns locais da cidade. A temperatura deve variar entre a mínima de 20ºC e a máxima de 29ºC.
Na região do Pantanal, em Corumbá, o tempo também deve ficar nublado durante todo o Dia de Finados e a temperatura deve oscilar entre 23ºC e 30ºC.
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sábado, 31 de outubro de 2015

Polícia Ambiental coloca 350 policiais para combater pesca ilegal no feriado

Operação vai se intensificar nos rios Taquari, Paraná e Paraguai e termina na segunda

RODOLFO CÉSAR30 de Outubro de 2015 | 19h45
A Polícia Militar Ambiental (PMA) colocou 350 homens para percorrer os rios de Mato Grosso do Sul em uma operação contra a pesca predatória, que vai durar até a segunda-feira (2). A intensificação desse trabalho vai focar principalmente a fiscalização nos rios Taquari, Paraná e Paraguai.
Mesmo assim, outros pontos que são considerados convidativos para turistas por conta do feriado prolongado estarão na mira da PMA.
"Os policiais estão atuando no leito dos rios e barrancos para prevenir e combater crimes como a pesca predatória, que degradam os recursos naturais", divulgou a assessoria de imprensa da instituição.
Os policiais estarão atentos a verificar o uso de petrechos ou métodos de pesca proibidos, a retirada de quantidade de peixes superior ao permitido, bem como a pesca em locais não permitidos e a captura do pescado com tamanho inferior ao regulamento. Todos esses itens caracterizam-se como crimes e podem render penalidades, como multa e mesmo prisão.
"A falta da licença ambiental de pesca constitui infração administrativa, cabendo multa e ainda apreensão do material de pesca, barcos e motores", alertou a PMA.
Só na última piracema, por exemplo, a Polícia Militar Ambiental prendeu 74 pessoas e apreendeu 1.930 quilos de pescado
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