sábado, 20 de novembro de 2010

André Puccinelli se ‘auto-intima’ para escapar de oficial de Justiça em eventos públicos

Valdelice Bonifácio
Alessandra de Souza


O governador André Puccinelli (PMDB) se auto-intimou da ação movida contra ele pelo ex-deputado estadual Semy Ferraz (PT) que cobra reparação no valor de R$ 2 milhões por danos eleitorais no pleito de 2006. Outro nome processado, o ex-secretário de Obras Edson Giroto, eleito deputado federal pelo PR, em outubro, ainda não foi localizado pelos oficiais de Justiça.
Com a atitude, o governador que há meses não era encontrado por oficiais encarregados de entregar a citação, evitou ser intimado em eventos públicos dos quais tem participado para lançamento de obras ou assinaturas de convênios.
Também envolvido na ação, o filho do governador, o advogado André Puccinelli Jr já foi citado pelos oficiais de Justiça no escritório dele em Campo Grande. Agora, pai e filho têm prazo de 30 dias para manifestação inicial no processo.
Conforme Semy Ferraz que veio a Campo Grande para verificar o andamento do processo, nesta semana advogados de Puccinelli estiveram no Fórum de Campo Grande e fizeram a auto-intimação ao aceitar a citação do processo.
Já Giroto, pela terceira vez, não foi encontrado nas diligências dos oficiais de Justiça. “Perguntei no Forum se eu teria que pagar mais uma diligência. Me disseram que eu posso oferecer condução ao oficial de Justiça ao invés de pagar mais uma vez. Vou conversar com meu advogado para decidir o que eu devo fazer”, mencionou.
Semy que tinha ameaçado acionar o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra a Justiça Estadual de Mato Grosso do Sul por não conseguir notificar as autoridades agora repensará a atitude, uma vez que o governador já se auto-intimou.
Em relação a Giroto, Semy discutirá com seu advogado uma outra estratégia para notificá-lo do processo. “Estou pensando em citá-lo no dia da diplomação do TRE-MS [Tribunal Regional Eleitoral]. Com certeza, ele vai estar lá”, planeja.
A cerimônia da diplomação está marcada para o dia 18 de dezembro e deve ser feita no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. Horário e detalhes da solenidade ainda não foram divulgados pela Justiça Eleitoral. No próximo dia 29, o CNJ realizará inspeção no Judiciário de Mato Grosso do Sul após denúncias de corrupção envolvendo membros dos três poderes do Estado. Semy diz que ainda não sabe se participará da audiência pública a ser realizada pelo conselho para ouvir a comunidade local.
Operação Vintém
O ex-parlamentar alega que o governador e Giroto lhe causaram danos nas eleições de 2006. Na ocasião, a Operação Vintém da Polícia Federal constatou suposta denúncia falsa de crimes eleitorais que teria sido feita por André Puccinelli Junior, Girotto, que na época era secretário municipal de obras da Capital, Mirched Jafar Junior e Edmilson Rosa.
A acusação no processo é de que os quatro teriam forjado denúncias junto a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal de compra de votos. Na época foram apreendidos inúmeros ‘santinhos’ do candidato grampeados com notas de R$ 20 que teriam sido colocados no carro de um assessor de Semy para supostamente forjar um flagrante. A “Operação Vintém” também investiga a possível aplicação de recursos não-declarados para campanha eleitoral.
“Eu perdi aquelas eleições, minha carreira política foi prejudicada. Eu tive que mudar para o Acre para conseguir emprego”, relembra o ex-deputado que atualmente é diretor-presidente do Saerb (Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco). Saiba mais sobre Operação Vintém nas notícias relacionadas.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

PIB de MS em 2008 cresceu 6,4% e atingiu os R$ 33 bilhões, afirma IBGE

Portal do Jornal A Crítica de Campo Grande/MS - ‎há 36 minutos‎
Dados apontados pelas Contas Regionais do Brasil 2004-2008 divulgadas ontem (17) pelo IBGE revelaram que as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste vêm ganhando participação no Produto Interno Bruto (PIB) desde 2002. Enquanto isso, a região Sudeste ...
SP, R$ 1 trilhão em riqueza Diário Catarinense
Diário do Nordeste - Zero Hora - Paraná-Online - Diário do Pará

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dilma deve se mudar hoje para a Granja do Torto

Estadão/PX


A presidenta eleita, Dilma Rousseff, passa o feriado de hoje em Porto Alegre com a família e, quando retornar a Brasília, o que deve ocorrer no fim do dia, já deve se instalar na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República. 

O local será a residência de Dilma até a posse, no dia 1º de janeiro, quando ela se mudará para o Palácio da Alvorada. 

Na semana passada, enquanto a presidente eleita acompanhava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem a Seul, na Coreia do Sul, a mudança de Dilma foi transportada da casa onde ela morou durante o período da campanha, no Lago Sul de Brasília, para a granja, que fica a menos de 20 quilômetros da Praça dos Três Poderes. 

A mãe e a tia de Dilma, que atualmente vivem em Belo Horizonte, vão morar com ela em Brasília. Ao se mudar para a Granja do Torto, Dilma Rousseff repete o que fez o presidente Lula em 2002, durante a transição. Lula também permaneceu na granja durante a reforma do Palácio da Alvorada, entre dezembro de 2004 e março de 2006. 

A Granja do Torto já foi a residência oficial de dois presidentes da República: João Goulart e João Baptista

domingo, 7 de novembro de 2010

Primeira-mãe: ‘A verdadeira Dilma Rousseff sou eu’

Dona Dilma Jane, mae da presidente Dilma Rousseff e sua irmã Dona Arilda. Foto: Alexandre Guzanshe. 05.11.2010 BRASÍLIA - A mãe da presidente eleita do Brasil continua sua vidinha pacata no Bairro São Luís, em Belo Horizonte. Dona Dilma Jane, miúda ao lado de Dilma Rousseff, se refere à filha como "Dilminha". Aos 86 anos, em entrevista por telefone, dona Dilma Jane contou que durante três anos, na década de 70, ela viajou todos os fins de semana para ver a filha no presídio em São Paulo. Tortura era assunto proibido nas visitas. Ao atender o telefonema e ao ser perguntada se era dona Dilma que estava falando, respondeu de pronto: "É a Dilma Rousseff. A verdadeira Dilma Rousseff sou eu, a Dilminha é Dilma Vana". (Leia também: Dilma vai contar com grande número de mulheres em ministérios e assessorias )
GLOBO - Dilma lhe deu muita preocupação?
DILMA JANE: Dilminha nunca me deu trabalho. Toda filha escuta a mãe. Só não escuta mais quando não precisa. As preocupações começaram quando ela foi defender o país contra a ditadura. Eu não sabia de nada. Só fiquei sabendo quando ela foi presa. Nunca falei nem pedi para ela deixar de fazer as coisas dela. Quando descobri, ela estava naquilo e presa.
GLOBO - Como foi conviver com a filha na prisão?
DILMA JANE: O primeiro mês, fiquei inteirinho em São Paulo. Mas tive que voltar para Belo Horizonte, porque tinha a minha outra filha, que era doente. Depois, durante três anos, eu viajava todo sábado de manhã para São Paulo e voltava no domingo. Eu levava mantimentos para que elas fizessem sua comida. Eu levava queijo, a Dilminha gostava muito. Também levava livros, só os que podia comprar, que eles autorizavam. Romances e livros técnicos.
GLOBO - Como era voltar e deixar a filha presa?
DILMA JANE: Voltava com o coração partido. Era como um calvário para as mães. Agora passou tudo, ficou pra trás, ela é a presidente do Brasil. Nunca pensei nisso!
GLOBO - Alguma vez viu o corpo da Dilma machucado pela tortura?
DILMA JANE: Nunca! Eu morreria se visse. Quando a reencontrei, a Dilminha tinha sido torturada por 21 dias. Mas não vão torturar a pessoa e mostrar as marcas para a mãe ver, né? Quando a gente se encontrava, não conversávamos sobre isso. Se ela falasse eu morria! A Dilma só falou sobre torturas depois. Eu procurava sempre fazer visitas alegres, contava causos da família, coisas que a divertissem, que dessem um toque diferente daquilo tudo.
GLOBO - Ficou magoada com a campanha?
DILMA JANE: Mágoa de jeito nenhum! Isso faz mal. Prefiro falar que acabou, passou. Agora vamos pensar só em coisas boas. Não têm o que fazer! Queriam ganhar com base na calúnia e difamação! Mentira não leva a nada, tanto que perderam. Quiseram botar até o Papa no meio. Não é brincadeira, não. Sobrou até para mim, disseram que eu não era católica. Falaram tanta besteira... Isso é tão simplório. Falar que a Dilminha matava criancinha? Que é isso? Falar uma asneira dessas... Parece que estamos na Idade Média. Amolaram bastante, mas agora estão calados. Não pegou.
Leia a entrevista completa na edição digital do GLOBO

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Delcídio nega convite para ministério e quer hegemonia no PT

Agecom/

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) negou nesta quarta-feira, 3 de novembro, com veemência, as especulações veiculadas em alguns órgãos de imprensa de que ocuparia cargo no futuro ministério da presidente eleita, Dilma Roussef.

“Primeiro, é preciso deixar claro que eu não quero ser ministro.Em segundo lugar, eu não fui convidado e não irei para o executivo seja qual for o cargo. Fui reeleito com quase 827 mil votos – a maior votação já dada a um político em Mato Grosso do Sul – para continuar como Senador da República e vou honrar o compromisso assumido com a população de lutar, cada vez mais, pelos nossos 78 municípios. Vou ajudar a Dilma no Congresso, trabalhando pelo desenvolvimento do Brasil e do estado, trazendo recursos para as prefeituras e debatendo os grandes temas de interesse do país. Além do mais, tenho um projeto político claro e definido. Sou pré-candidato a governador em 2014 e para isso tenho que estar focado no meu estado. O resto não passa de mentira de quem só quer me prejudicar”, afirmou Delcídio durante entrevista concedida ao programa Noticidade, da Rede MS de Rádio.

O senador disse que, passadas as eleições presidenciais, é hora de organizar o PT para as próximas disputas que se darão em 2012 e 2014.

“Entendo que a expressiva votação que recebi nessas eleições me legitimaram para assumir o papel de protagonista dentro do partido em Mato Grosso do Sul. Nesta quarta-feira tivemos uma reunião com lideranças do Movimento PT, Democracia Socialista e do PT de Luta e de Massas na qual fizemos uma avaliação do quadro. A decisão foi a de promover a hegemonização do nosso grupo. Vamos trabalhar daqui pra frente de uma maneira até mais incisiva no sentido de ditar os rumos do partido, é claro que discutindo com a militância, democraticamente e de forma transparente. Avaliamos os reflexos da eleição no projeto para a disputa das prefeituras e do governo do estado, para que o PT tome um rumo que majoritariamente hoje é conferido pela Executiva, pelo Diretório Regional e pelos diretórios municipais”, revelou.

Delcídio adianta que as correntes que o apóiam dentro do PT vão exercer, de fato, o comando do partido.

“Não vamos mais contemporizar. A decisão agora é de consolidar a hegemonia que já temos, de forma articulada, coordenada, consistente, competente, sem levar o partido para debates absolutamente inócuos, onde lamentavelmente a baixaria prevalece. Temos que fazer a grande política. Estamos vivendo um momento muito especial com a eleição da presidente Dilma e temos um campo enorme pela frente. O presidente do Diretório Regional, Marcus Garcia, fez um excelente trabalho na coordenação da campanha presidencial em nosso estado . Agora, vamos trabalhar no sentido de fortalecer nossas lideranças, ajudar a população do nosso estado e buscar espaços no futuro governo. Esse é o foco. A partir de agora não teremos mais nenhum tipo de complacência. Vamos exercer a hegemonia e quando houver divergência vamos resolver no voto”, explicou.

Durante a entrevista, o senador evitou polemizar com o ex-governador Zeca do PT, que recentemente o atacou através da imprensa.

“O Zeca tenta fazer um debate público comigo, mas está perdendo tempo. Não vou fazer nenhum tipo de debate com ele através da mídia. O debate nosso é dentro do partido e não um debate pessoal, que não agrega nada. Esse tipo de política é ultrapassado. O ex-governador precisa ficar bastante atento para não ficar à margem das decisões. Ele continua sendo respeitado como liderança do partido, mas precisa entender que as instâncias de onde emanam as decisões são a Executiva e o Diretório Regional”, ponderou.

Delcídio não tem dúvida do sucesso da futura administração de Dilma Roussef.

“O governo da Dilma será um governo onde o mérito de seus integrantes vai ser prioridade. Ela tem a mesma formação que eu tenho. No setor de energia, nós sempre trabalhamos onde o mérito é absolutamente necessário e precisa prevalecer. Por isso, não tenho dúvida de que vai ser um governo da meritocracia, sem abandonar as questões políticas, e preservando os pilares da macroeconomia, com dólar flutuante, controle sobre a inflação e equilíbrio fiscal. Ela não só dará continuidade aos programas iniciados pelo presidente Lula, mas também vai inovar, avançando sempre, para que o Brasil seja cada vez mais fraterno, solidário e feliz. A Dilma já deu sinas claro de que deseja o dialogo, harmonia, discutindo o que realmente é importante para o país e se preparou para isso. A futura presidente tem idéias claras e bastante objetivas e vai fazer o governo dela, olhando a saúde, a segurança, a educação e os investimentos que o Brasil precisa para gerar mais empregos, enfim, prosseguindo na construção de um país de todos”, previu o senador.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CNT/Sensus: Dilma lidera com 51,9% e Serra tem 36,7% (Postado por Erici Oliveira)


A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior para 15,2 pontos agora

AGÊNCIA BRASIL


No levantamento anterior, Dilma Rousseff tinha 46,8% eJosé Serra, 41,8%
São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, ante 36,7% de seu adversário, o tucano José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã.
A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%.
Ao se considerar somente os votos válidos - o que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%.
O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37609/2010.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Países árabes pedem que EUA investiguem denúncias feitas por Wikileaks


Plantão | Publicada em 25/10/2010 às 10h49m
BBC Wikileaks sugere que EUA ignoram denúncias de abusos no Iraque

O Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, grupo que inclui seis países árabes, pediu aos Estados Unidos que investiguem detalhes de supostos abusos que teriam sido cometidos contra os direitos humanos no Iraque veiculados no site especializado em vazamento de informações Wikileaks.
Os documentos do site sugerem que as Forças Armadas americanas ignoraram casos de tortura praticada pelas tropas iraquianas, além de se omitir de "centenas" de mortos de civis em postos de controle.
Em um comunicado, o secretário-geral do grupo, Abdulrahman al-Attiyah, disse que os EUA são responsáveis pelas supostas torturas e assassinatos.
O conselho é formado pela Arábia Saudita, Kuwait, Oman, Catar, Bahrein e Emirados Árabes.
O Pentágono disse que não tem intenção de reinvestigar os abusos.
O material divulgado pelo Wikileaks - considerado o maior vazamento de documentos secretos da história - comprova que os Estados Unidos mantiveram registros de mortes de civis, embora já tenham negado esta prática.
Ao todo, foram divulgados registros de 109 mil mortes, das quais 66.081 teriam sido civis.
No fim de semana, o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, acusou o site de tentar sabotar suas chances de reeleição e criticou o que chamou de "interesses políticos por trás da campanha midiática que tenta usar os documentos contra líderes nacionais".
Maliki, representante da etnia xiita, tenta se manter no poder depois das eleições parlamentares ocorridas em março, no qual nenhum partido obteve maioria. As negociações entre as diversas facções para formar uma coalizão prosseguem.
Seus oponentes sunitas dizem que os papeis divulgados pelo Wikileaks destacam a necessidade de estabelecer um governo de coalizão, em vez de concentrar todo o poder nas mãos de al-Maliki.
Tortura
Muitos dos 391.831 relatórios Sigact (abreviação de significant actions, ou ações significativas, em inglês) do Exército americano aparentemente descrevem episódios de tortura de presos iraquianos por autoridades do Iraque.
Em alguns deles, teriam sido usados choques elétricos e furadeiras. Também há relatos de execuções sumárias.
Os documentos indicam que autoridades americanas sabiam que estas práticas vinham acontecendo, mas preferiram não investigar os casos.
O porta-voz do Pentágono Geoff Morrell disse à BBC que, caso abusos de tropas iraquianas fossem testemunhados ou relatados aos americanos, os militares eram instruídos a informar seus comandantes.

sábado, 9 de outubro de 2010

Flagrado em vídeo, deputado Ary Rigo não se reelege no MS

RODRIGO VARGAS
DE CUIABÁ
Flagrado em vídeo relatando um suposto mensalão a autoridades de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Ary Rigo (PSDB) não conseguiu a reeleição no último fim de semana.
Atual primeiro-secretário da Assembleia, Rigo, 63, se elegeu deputado pela primeira vez em 1979 e, desde então, venceu as seis eleições que disputou --cinco para deputado estadual e uma para vice-governador.
Em 2006, quando conquistou o atual mandato, Rigo foi o sexto mais votado no geral, com 34 mil votos.
Neste ano, atingido pela repercussão nacional de suas declarações, conseguiu 20.581 votos e ficou fora da próxima legislatura.
O vídeo, de 32 minutos, veio à tona no dia 22 do mês passado e mostra um conversa entre o deputado e o então secretário de Governo da Prefeitura de Dourados, Eleandro Passaia.
Atuando como infiltrado em um investigação da PF, Passaia levou uma câmera escondida a um encontro com Rigo ocorrido em junho.
Sem saber que estava sendo gravado, Rigo diz, em um trecho, que a Assembleia "devolve" dinheiro para o governador André Puccinelli (PMDB) e ainda faz pagamentos a desembargadores e ao Ministério Público.
"Devolvíamos R$ 2 milhões em dinheiro para o André, R$ 900 para dar para os desembargadores e para o TJ e R$ 300 para o Ministério Público", diz, no vídeo.
Após o vazamento da gravação, negou que estivesse se referindo a repasses irregulares. Puccinelli qualificou como "inverídicas" as afirmações do deputado e disse que o interpelaria na Justiça.
Procurado, o gabinete de Rigo disse que ele estava viajando e não poderia ser contatado.

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